Mostrar mensagens com a etiqueta Comportamentos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comportamentos. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Chupeta ou polegar? Opinião Médica

Muitos bebés chupam o dedo ou têm uma chupeta. Eles gostam delas porque com elas ficam mais calmas, mais ainda na hora de adormecer. Mas o que escolher entre a chupeta ou chuchar o dedo? Qual a opinião dos médicos? Nós ajudamos-te.

http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/bebe-a-chuchar-no-dedo.jpg
http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/bebe-a-chuchar-no-dedo.jpg


Uma necessidade de sucção mais ou menos desenvolvida

Muitos bebés já chucham o dedo quando estão na barriga da mãe. Deixam de o fazer ao nascimento mas retomam esse hábito,muitas vezes, entre os 2-3 meses (às vezes mais cedo). Trata-se de um gesto completamente natural. Alguns bebés têm uma grande necessidade de sucção. Se já lhe deste uma chupeta, já deve estar habituado a ela, logo não irá chuchar o dedo.
Seja chupeta ou dedo, a sucção permite ao bebé sentir prazer, apaziguar-se e muitas vezes adormecer mais facilmente.


Chupeta ou dedo? Opinião Médica

Os dentistas recomendam mais a chupeta do que o dedo. Segundo os mesmos, a chupeta não altera muito o palato. Mas seja dedo ou chupeta as alterações vão depender do tempo durante o qual a criança irá usar chupeta ou chuchar o dedo.

Outro argumento a favor da chupeta, é mais fácil retirar a chupeta do que impedir a criança de chuchar  dedo.

Mas um bebé que chucha no dedo é livre de o fazer quando precisa de sossegar, adormecer, entre outros. Ele é capaz de levar o dedo à boca sozinho. Para os bebés que usam chupeta, muitas vezes o pais têm que se levantar durante a noite para a colocar na boca do bebé.

A chupeta deve ser limpa e mudada várias vezes porque é um verdadeiro ninho de micróbios!


quarta-feira, 6 de maio de 2015

Bebé dá os primeiros passos, o que devo fazer?

Chegou a hora de comprar um stock de hirudoid, um desinfectante suave, cantos de plásticos para as esquinas das mesas.... e não tenhas medo de comprar em quantidade! Bebé dá os primeiros passos, chegou a hora de esconder quase tudo!




Finalmente  a época em que o teu bebé não anda, mas não pára quieto e tu só pensas: "já estava na hora de andar!", acabou. E afinal, é bem pior! Agora já se levanta sozinho e pode explorar todo um novo mundo que se oferece a ele.

Os primeiros passos

Se o teu bebé não andar antes dos 18 meses não precisas de te preocupar. É um pouco como ficar limpo, é preciso deixá-lo fazer quando se sentir capaz. Nada de apressar as coisas. Irá passar por várias fases, primeiro levantar-se, depois andar com apoio (apoiado num móvel por exemplo), apoiar-se só com uma mão e finalmente as duas! Dará assim os seus primeiros passos (e sentirás uma lagrimita no canto do olho).

Com os primeiros passos chegam as primeiras quedas

Quando perder o medo de andar, será tempo das primeiras quedas. Se cair de rabo, a fralda irá amortecer o choque. Devido à sua flexibilidade raramente se magoará ( e ainda bem!). Se leste bem o início do post já estás super equipada para o caso de surgir um dói-dói. 

O voador

A ideia que o teu filho andará mais rápido se tiver primeiro um voador é completamente falsa. Regra geral os pediatras desaconselham o uso deste tipo de aparelho. Isto porque o bebé não faz nenhum esforço para se deslocar, acabando por andar de um lado para o outro ao acaso, o que acaba por ser perigoso.Mais, se for para a creche as mesmas não estão equipadas com este tipo de material.



quarta-feira, 11 de março de 2015

Bebé tem 1 ano: o que gosta ele de fazer?

Com um ano o teu bebé começa a crescer de forma muito rápida. A sua personalidade começa a definir-se e começa a tomar consciência do mundo que o rodeia. O que lhe passará pela cabeça? Vejamos agora o que o teu bebé gosta ou não gosta.
http://www.esperandobebe.com.br/bebe-de-0-1-anos-desenvolvimento/





















Do que ele gosta:

Gosta de brincar ao «tété», de fantoches e de bater palmas.
Gosta de dizer adeus com as mãos.
Gosta de ter o seu pequeno público e de participar na vida de família.
Gosta de brincar com outras crianças. Começa a tocar as mãos, os cabelos das outras crianças.
Gosta de te dar coisas. O teu bebé já começa a ter noção da partilha.
Gosta de meter à boca tudo o que encontra, tem cuidado.
Adora atirar objectos para longe e ver-te apanha-los.
Já gatinha e começa a por-se de pé com apoio andando ao redor de uma mesa por exemplo.
Está disposto a tudo para conseguir o que quer.
Gosta de música.
Adora ver os pais rir com ele.
Gosta de ser ver ao espelho. Estende as mãos para tocar a sua própria imagem.

Do que ele não gosta:

Quando vais embora! o simples facto de te ver ir embora parte-lhe o coração!
Não gosta de esperar para comer.
Não gosta de ser vestido.
Não gosta quando o fazes provar novas coisas. 1 ano de vida... A descoberta de novos sabores e de novos alimentos... Prepara-te para esta aventura.
Não gosta quando o proíbes de fazer o que quer. Um simples Não pode tirá-lo do sério.
Não gosta de alguns barulhos: algumas crianças têm medo do som do aspirador, de motos, da picadora... Não te preocupes, com o tempo o medo desaparecerá.
Não gosta muito de caras novas. Estranha cada vez mais quem não conhece, e como a sua personalidade está cada vez mais formada pode muito bem ser tímido com outras pessoas.
Não gosta quando os seus hábitos são alterados.


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Como perceber o choro dum recém nascido sem "stress"

Durante as primeiras semanas de vida, nem sempre é fácil entender porque razão chora o teu bebé. Esmagador, esse choro tem o dom de nos deixar aflitas, pois não sabemos o que fazer nem como fazer. Juntado o cansaço à sensação de não saber o que estamos a fazer ficamos muitas vezes em baixo e desmotivadas. Então, como perceber o choro dum recém nascido sem "stressar"? Nós ajudamos
bebe.abril.com.br
















Acalma-te

Em primeiro lugar tens que te aclamar para te poderes sentir segura. É perfeitamente normal não entender o choro do teu bebé, isso não significa que és má mãe. Com esta idade o choro é a única forma que o bebé tem para comunicar. E mais, não és a única nesta situação, só que imensas mães não o admitem.

Verificar o básico

  • Ver se bebé tem fome,
  • Se está limpo,
  • Se não tem frio ou calor.

Confortar o bebé

Uma vez verificados os pontos acima mencionados, não hesites em pegar nele, dar-lhe colo, falar-lhe baixinho para o acalmar e transmitir-lhe confiança. Podes também tentar praticar o "pele contra pele" ou colocá-lo num sling.

Pensar que é uma fase

Geralmente, passado o primeiro mês de vida já conseguimos identificar/perceber o choro do bebé e "stressamos" menos quando não o conseguimos acalmar rapidamente.

Não te enerves

O choro do bebé tem tendência a reforçar o cansaço, o stress e os nervos da mãe. Então, respira fundo, conta até cinco... e se vires que precisas de relaxar pede ajuda e vai apanhar ar fresco ou descansar um pouco. Uma mãe descansada e serena será mais capaz de cuidar do bebé do que uma mãe esgotada e "stressada".





sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O teu bebé grita sempre que o deixas de manhã? As nossas soluções!

Mal viras costas, na creche ou na ama, o teu bebé começa a gritar e a chorar. Por causa disso vais trabalhar com o coração pesado e a lágrima no canto do olho. O teu bebé vive aquilo a chamamos a "angústia da separação". Abaixo apresentamos-te seis dicas para te ajudar a superar esses momentos.

separation-bebe



  • Não culpabilizes. Tens que perceber que a reacção do teu bebé é normal. Entre os seis e os doze meses o bebé percebeu que és a mãe dele, uma pessoa bem distinta dele e percebeu o que representas para ele. É então normal que sinta saudades tuas quando não está perto dele.
  • Evita despedidas longas. Não vale a pena voltar a para trás e dar-lhe mais 1 milhão de beijos ou dizer-lhe mais 1 milhão de vezes que o amas com os olhos cheios de lágrimas, não ajuda nada, pelo contrário, apenas aumenta a angústia que ele sente.
  • Na hora de ir embora da-lhe a fraldinha de pano que tanto gosta ou um objecto de transição com o teu cheiro, Ele ficará mais calmo e seguro.
  • Fala com ele. Diz-lhe pausadamente e de forma meiga que o vais buscar ao fim do dia. Explica-lhe que quando voltarem para casa poderão brincar juntos.
  • Acalma-te. A maioria das vezes o teu bebé está mais calmo 5 minutos depois de ires embora e já esqueceu tudo. Se precisas de conforto liga para a ama ou para a educadora responsável por ele para te sentires mais segura. 

E nunca ou grande nunca te vás embora sem lhe dizer adeus ou até já, na esperança de evitar as lágrimas. É mesmo importante que o teu bebé entenda que vais embora. É preciso dizer-lhe adeus mesmo se custar.



in: drolesdemums.com

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Castigar ou não? Eis a questão...

Justificado? Eficaz? Estas perguntas relacionadas com o castigo muitos pais a colocam a si mesmo. Se a criança precisa de limites para crescer, excesso de autoridade ou de castigos mal vividos podem ter o efeito inverso ao esperado... Devemos castigar as crianças? Mas como os castigar?

1. Consequências em vez de castigo:

  • Nem sempre pensamos nisso mas a palavra "castigo" é carregada de negatividade.
  • Sugerimos-te que expliques ao teu filho que não o castigas para que sinta mal, mas que estás a fazê-lo para o ajudar a perceber as consequências dos seus actos e a tornar-se uma pessoa responsável.
  • Por isso é que é melhor falar em consequências do que em castigo. O teu objectivo, como figura parental, é mostrar-lhe o mais cedo possível que cada acção tem consequências. Positivas ou negativas.
2. Antecipação em vez de reagir a quente:

  • Se castigares o teu filho quanto ele está zangado, dar-lhe-ás a sensação de acrescentar dor à que ele já sente. Este comportamento pode contribuir para desenvolver ainda mais a sua raiva.
  • Se definires regras com o teu filho e concordarem com as consequências impostas no caso do desrespeito das mesmas, facilitarás a situação. O teu filho não terá sentimentos de injustiça.
  • Antecipa a tua própria reacção. Ao antecipares está a permitir-te controlar as tua emoções. Assim, evitas o exagero e não castigas o teu filho de modo demasiado severo.
3. Quais a "consequências" para quais "comportamentos":

  • Se o teu filho faz uma asneira ou se porta mal, ajusta a tua resposta de modo a que esta seja coerente com o que ele fez. Por exemplo, o teu filho sujou o chão com tinta, pede-lhe para limpar (mesmo que precise da tua ajuda) em vez de o deixares sem televisão. Com esta atitude ensinas-lhe a entender a consequência directa do seu acto.
  • Se o teu filho bate nos irmãos, é necessário ajudá-lo a perceber que causou dor na outra pessoa e pedir-lhe para "compor"  o que fez, com um beijo ou um abraço.
  • Tente garantir que o seu filho "compõe" as asneira que fez antes de voltar a brincar.
  • Algumas crianças procuram o castigo de forma a obter a atenção dos adultos. Quando o seu filho fizer uma asneira, dê apenas a atenção necessária, sem exagerar.

Pode consultar mais informações em:  www.centre-ayana.fr

drolesdemums.com

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Palavras a evitar...

Texto da Activa de 27 de Junho de 2014.
'Não é preciso ter medo' ou 'se gostasses de mim não te portavas dessa maneira' são frases que diz sem pensar e à pressa? Mas o seu filho não as esquece. Nunca desvalorize o poder das palavras: elas podem ser a diferença entre uma criança alegre e confiante e um miúdo inseguro e infeliz.
Já quase toda a gente ouviu sair-lhe uma destas afirmações da boca sem estragos de maior, mas convém prevenir. Se podemos dizer coisas agradáveis às nossas crianças, para que havemos de estragar-lhes o dia com os exemplos que se seguem?
1 És mesmo idiota. Esta é óbvia. Serve mais para aliviar quem a diz do que para corrigir o que quer que seja. Apontar uma falta nunca ajudou ninguém a melhorar. Acha mesmo que a criança vai cair em si e dizer: 'A mãe tem razão, sou mesmo idiota, tenho de me emendar?' Não. Irá pensar: 'Ela tem razão, sou mesmo idiota, não há nada a fazer.' Resultado: uma criança progressivamente mais. pois, mais idiota. Mesmo que ele tenha tirado o dia para lhe infernizar o juízo, pense que não estão em pé de igualdade. Quem é o adulto? Há sempre uma razão por trás do mau comportamento, e sem perceber qual é ninguém consegue impedir que a coisa se repita. Por isso tente perceber o que se passa e aprenda a conversar civilizadamente em vez de deitar todo o 'vapor' cá para fora em forma de insultos.
2 O teu irmão é que se porta bem. Tal como no exemplo acima, não ajuda ninguém a tornar-se melhor, só causa ressentimentos entre irmãos. Além de ser injusto para o 'irmão mau', também e nisto nunca ninguém repara é injusto para o 'irmão bom'. Irmãos são pessoas diferentes, com reacções diferentes, por muito que venham dos mesmos pais e tenham a mesma educação. Portanto, reconheça e aceite diferenças sem fazer comparações.
3 Não dói nada. Diz-se geralmente antes de a temida agulha da enfermeira avançar para o braço da 'vítima', para impedir que a 'vítima' fuja pela janela, se desfaça em gemidos ou atire a enfermeira à parede com um movimento bem aplicado. Pode resultar da primeira vez, enquanto a 'vítima' ainda confia em si, mas, se lhe doer, acabou-se. Nunca mais irá confiar. Não lhe diga que não dói quando é mentira. Explique que pode doer um bocadinho mas que passa depressa e que depois vão passear os dois e comer um gelado.
4 Não é preciso ter medo. Claro que é preciso ter medo. É preciso ter medo do escuro, medo do lobo mau, medo de ficar sem os pais, para aprendermos que podemos sobreviver e controlar as nossas emoções, mesmo que nos pareçam assustadoras. É mais fácil negar, mas isso não faz com que o medo desapareça, pelo contrário: só faz com que fique trancado no escuro com uma criança aterrorizada com vergonha do que sente e sem saber resolvê-lo. Claro que a nós um cortinado a balouçar ao vento ou um móvel que estala não nos fazem tremer, mas os mais pequenos ainda não têm capacidade para lidar com esses fantasmas. O importante é ter boa memória: lembra-se das sombras que a deixavam aterrorizada no corredor da avó? Pense que a sua criança pode ter medos idênticos. Dê-lhe colo e tente conversar. Se ela ainda não souber pôr tudo em palavras, fique-se pelo colo. Já não é pouco.
5 Se gostasses de mim, não te portavas dessa maneira. Já ouviu falar em chantagem emocional? Pois está mesmo em frente dela. Uma pessoa não pode portar-se de certa maneira para agradar aos outros, mas porque percebe que é a melhor maneira de se comportar. Isto não lhe ensina nada sobre o mundo, só faz com que ele se sinta culpado porque pensa que a felicidade da mãe depende dele.
6 A sopa não fica aí. Obrigar a comer não é só uma inutilidade: é um perigo. Enfiar comida na boca das crias é um instinto pré-histórico de que temos dificuldade em libertar-nos, mas raciocine: nenhuma criança saudável com comida para comer alguma vez morreu de fome. Não se ganha nada em forçá-lo a comer se não lhe apetecer: só uma cena de faca e alguidar e uma relação difícil com a comida. Não lhe apetece mais ao almoço? Come melhor ao jantar. Qual é o drama? Afinal, todos nós temos dias em que temos menos apetite, e as crianças passam por muitas fases naturais de oscilação de fome: há alturas em que comem tudo o que lhes passa pela frente e outras em que passam dias a depenicar. Se ele não tem fome, não o obrigue a comer e não faça comentários: tire-lhe o prato e pronto. Claro que, se não tem fome para o almoço, também não passa a tarde a comer bolachas.
7 Não tens idade para perceber. Toda a gente tem idade para perceber tudo, desde que se explique bem explicadinho. Claro que às vezes pode não ser preciso ir lá com todos os pormenores mais sádicos; uma explicação simples basta. Quando não têm as respostas de que precisam, as crianças podem sentir-se postas de lado e excluídas da família, ou podem imaginar coisas ainda mais terríveis do que a realidade, ou ter ainda mais medo de qualquer coisa demasiado terrível para se falar. Mas quem tem idade para fazer uma pergunta também tem idade para ouvir uma resposta. Que a gente não a saiba, ou não a queira dar, já é outra história muito diferente.
8 Já não gosto de ti. Porque é que temos de tornar tudo numa acusação pessoal? O que está errado é o comportamento, não a criança em si, e é isso que ela tem de perceber: que os pais vão sempre gostar dele, faça ele o que fizer. Mas que, enfim, como o resto do mundo não é mãe dele, ele tem de aprender a portar-se de maneira mais civilizada.
9 Tu cais! Frase pronunciada pelo menos 10 vezes por dia por 90% dos pais portugueses. Já é quase uma imagem de marca, como as sardinhas e o galo de Barcelos; sai-nos da boca à velocidade da luz, mesmo quando jurámos nunca mais a pronunciar. Admira como este povo, a ouvir 'tu cais!' desde os dois dias, chegou ao Brasil, mas se calhar as mãezinhas dos descobridores não lhes diziam isto. Ainda por cima, geralmente não funciona como um aviso, funciona como uma profecia. 'Ó João! Tu cais!' e trás! Se a coisa é mesmo perigosa, não o deixe fazê-la e está o assunto arrumado. Se o risco é só de cair e arranhar um joelho, deixe-o correr. É a arranhar os joelhos que se descobre o mundo. E que se descobre que às vezes temos mesmo de cair. Ah, e claro que os igualmente clássicos 'eu bem te disse!' ou 'eu avisei-te' depois do caldo entornado também não são grande ajuda. Quer dizer, se o desgraçado já está no chão, física ou metaforicamente falando, já não adianta bater mais, pois não?
10 Vai lá fazer a cama do teu irmão. É tão machista que nem tem explicação. E porque é que não há-de ser o irmão a fazer a cama da irmã? Se queremos contribuir para a igualdade dos sexos, temos de começar na nossa própria casa, e com coisas aparentemente tão insignificantes como esta.
11 Isso é coisa de menina. Ou: 'Os rapazes não brincam com bonecas.' É mais comum que os rapazes tenham brincadeiras 'de rapaz', mas cada vez mais se vêem rapazes a empurrar carrinhos de bonecas, por exemplo. Os rapazes têm muito a aprender com brincadeiras 'de rapariga', e vice-versa. Aliás, não é ilógico que lhes ralhemos quando brincam com bonecas e depois lhes exijamos que sejam excelentes pais e saibam mudar fraldas?
12 Que é que fizeste hoje? Não parece ofensiva por aí além. Pelo contrário, até soa a pai ou mãe a tentar simpaticamente fazer conversa com a sua criança depois da escola. Problema: 99% dos miúdos não respondem. Ou a pergunta é, simplesmente, demasiado vaga (por onde começar a responder?) ou então acham que os pais se estão a meter onde não são chamados e que o que eles fizeram hoje só a eles diz respeito. O que se percebe: a vida das crianças já é tão ordenada, regulada, posta e disposta por outros que não é de admirar que queiram preservar só para eles aquele bocadinho do dia que os pais não conhecem. Veja-o como um sinal de maturidade da sua criança: ela está a aprender que é uma pessoa separada de si, e isso implica perceber que lhe pode esconder coisas. Isso também implica que exerça esse direito, pelo menos até se habituar a ele. Solução: substitua a invasão por troca. Espere por uma ocasião mais descontraída e conte-lhe um bocadinho do seu dia. Vai ver como ele devolve e conta um bocadinho do dia dele.
OLHE O TOM!
Às vezes, mais do que o que se diz, é o tom com que se diz. Muitas vezes o humor pode ajudar a resolver uma situação, mas, cuidado, não confunda humor com sarcasmo. Humor é dizer qualquer coisa como: 'Olha, parece que os teus sapatos têm corda e andam sozinhos' e não ofende a criança. Sarcasmo é: 'Isso, meu filho. Continua a correr assim, continua, que vais bem!' Humor é feito com a criança, sarcasmo à custa dela, e os mais pequenos percebem isso muito bem. Escusado será dizer que não se critica uma criança em público. Geralmente, quando estamos mais cansados, as nossas frustrações vêm todas ao de cima, entre as quais as que têm a ver com as crianças. Gostávamos que elas fossem mais altas, mais giras, mais desembaraçadas, menos patetas, e tudo isso nos sai em momentos de neura. Mas é possível aprender a conhecer-se e a prever esses momentos. É possível construir um 'sismógrafo' particular, um detector de neuras, e accionar, quando preciso, os mecanismos de defesa: vá apanhar ar à rua, coma um bombom (só um, olhe os quilos!), tome um banho quente, telefone a uma amiga.
TRÊS COISAS QUE DEVEMOS DIZER-LHES
És tão giro, tão esperto e tão boa pessoa. aquilo a que certos psicólogos chamam 'hipnotizar da maneira certa': se o disser,a criança vai começar a acreditar que verdade.Ao contrario do que se pensa,elogiar não 'estraga' as crianças. O que estraga elogiar sem razão (dizer-lhe que lindíssima quando,enfim, no a cara da Cláudia Schiffer) e não impor limites é quando preciso. Além disso, as pessoas sobrevalorizam certas coisas, como as boas notas e o visual, e ligam pouco a dotes importantes,como um bom coração ou a vontade de ajudar os outros.
Gosto muito de ti. Pode parecer lamechas e além disso pensamos que é óbvio que ele sabe que os pais gostam dele. Até pode ser,mas sempre bom ouvir.Dizemos muitas vezes que os homens não mostram os seus sentimentos e nunca dizem 'amo-te', mas nós também pouco o dizemos aos nossos filhos...Mesmo quando eles reviram os olhos,no fundo gostam de ouvir.
Vamos passear? De vez em quando, deixe a louça por lavar e a casa desarrumada e vá apanhar ar com a sua criança. Claro que não podemos viver no caos,mas quando morrermos não é a casa arrumada que vamos recordar com mais ternura...

segunda-feira, 7 de julho de 2014

O tempo de espera e a sua utilidade.

Durante a gravidez o tempo parece estagnar...
Seguem-se uns sentimentos de ansiedade e receio que nos fazem andar às voltas. Porém, este tempo além de ser essencial para os pais se preparem à nova tarefa que se avizinha, também é essencial para preparar a chegada do bebé.
Hoje ao passear por crescer.sapo.pt encontramos um fantástico artigo sobre quais os critérios as ter em conta na compra de um carrinho para bebé e tudo o que isso implica. 
Segue em baixo o link do artigo, recomendamos que o leia só por via das dúvidas;)

http://crescer.sapo.pt/bebe/saude-e-seguranca/carrinhos-de-bebe

Até já.